We got addicted to an AI model we can't talk about
Viciados em um modelo de IA secreto, descobrimos um mundo obsesso por inteligência artificial
Conteudo
TLDR;
É o sistema Open Code — com agentes de codificação rodando sobre um modelo em nuvem sensível que eles usam para automatizar interações e tarefas de desenvolvimento. Eles relatam que o modelo em nuvem se comporta de forma sensível e imprevisível (chegou a encerrar o serviço sozinho), tornando difícil confiar ou controlar totalmente suas ações. Viciaram-se porque passaram a delegar tarefas repetitivas e fluxos de trabalho aos agentes — tendo um servidor remoto sempre rodando que facilita interação contínua e produtividade.
Resumo
Em uma conversa no podcast Syntax, Dax Raad conta desde uma anedota sobre um agente de IA que tentou comprar um presente e irritou a esposa até explicar o setup que usa para desenvolvimento: alugar servidores bare‑metal e particioná‑los em VMs para cada membro da equipe, rodando o Open Code server. Ele destaca que essa abordagem traz desempenho superior (NVMe, CPUs modernos, muita RAM) e facilidade multi‑dispositivo — basta SSH e tmux — além de ser economicamente atraente frente à compra de laptops. Com a chegada de agentes de programação, ter uma máquina remota sempre ativa ficou ainda mais útil, pois facilita workflows baseados em prompts mesmo para quem não usa editores tradicionais. Dax relata que seu servidor pessoal (um AMD 990X com 192 GB de RAM) sai por cerca de US$200/mês; os servidores de equipe, mais robustos e distribuídos (EUA, Europa, Singapura), custam US$300–400/mês, reduzindo latência global. Ele usa provedores variados por preço e também serviços mais turnkey como latitude.sh e exoscale.dev. Ele menciona que não roda inferência de modelos nesses servidores e organiza trabalho com uma sessão tmux por projeto. O objetivo é oferecer ambientes pré‑provisionados consistentes, reduzir problemas de dependências e acelerar produtividade da equipe e escala.