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O novo ARGON do Google finalmente chegou... E não é o que esperávamos

Surpreendente, o novo ARGON do Google já está no ar e vai muito além das expectativas, revelando funcionalidades que transformam a experiência de IA como nunca vimos antes.

Google Tecnologia Google Gemini IA

Conteudo

TLDR;

O Argon é o novo modelo principal Gemini do Google, uma IA multimodal que automatiza tarefas de escritório, programação, criação 3D e até otimizações técnicas como em computação quântica. Ele não é a IA mais inteligente do mundo — empata com o GPT‑6 Astra em alguns benchmarks e fica atrás do Claude Opus 5.5 em outros — mas supera de forma significativa o modelo anterior do Google e se destaca em tarefas de escritório e eficiência de desenvolvimento. Está disponível globalmente pelo app Gemini e na busca com planos Google AI (Pro US$20/mês e Ultra US$100/mês) e, para desenvolvedores, tem preço de lançamento muito mais baixo que concorrentes (cerca de metade do Opus 5.5 e um quinto do GPT‑6), embora esse custo possa subir depois.

Resumo

O Gemini Argon, nova IA principal do Google, foi liberado globalmente e vem mostrando saltos significativos: marcou 53 em um benchmark neutro da Artificial Analysis (empatando com o GPT‑6 Astra, atrás do Claude Opus 5.5 e Sonnet 5.5), enquanto o modelo anterior do Google pontuava ~30; já no boletim do Google ele vence 14 de 18 testes. O Argon se destaca em tarefas de escritório (finanças, jurídico, impostos) e fluxos de trabalho completos tipo Zapier, tem desempenho misto em programação (novo recorde em projetos longos, mas perde em tarefas de linha de comando) e lê ~1 milhão de tokens. Para desenvolvedores, o preço de lançamento é competitivo (cerca da metade do Opus e um quinto do GPT‑6), embora possa subir depois; usuários acessam pelo app Gemini e planos Google AI Pro/Ultra. Novas funções incluem modo de tarefas e integração com 40+ apps; demos mostram desde organização automática de propostas até design para impressão 3D, criação de motores 3D e reconstrução de Chaco Canyon. Internamente, acelerou engenharia do Google (mais 35% de código entregue, menos regressões), ajudou a otimizar o Chrome e até reescreveu componentes de computação quântica e treinou robô humanoide em tarefas físicas — mas especialistas avisam cautela ao interpretar benchmarks e comparativos.